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quarta-feira, 1 de novembro de 2017

A EDITORA DO BRASIL ESTÁ NA 63 ª FEIRA DO LIVRO DE PORTO ALEGRE (RS)

  Conheça, no estande da AMA LIVROS (banca 8),
 da área infantil e juvenil, os 7 lançamentos da 
EDITORA DO BRASIL.

              SITE DA EDITORA: https://www.editoradobrasil.com.br


SESSÕES DE AUTÓGRAFOS: 
Celso Sisto 
Lançamento: Luz dos meus olhos
Data: 04 de novembro, às 18h30
Local: Praça da Alfândega
Entrada: gratuita

Telma Guimarães
Lançamento: O médico e o monstro / The Strange Case of Dr. Jekyll and Mr. Hyde  Lançamento: Dom Quixote / Don Quijote de La Mancha
Data: 06 de novembro, às 18h30
Local: Praça da Alfândega
Entrada: gratuita

Luiz Antonio Aguiar 
Lançamento: Lua dourada 
Lançamento: O mistério do Rocinante
Data: 7 de novembro, às 17h30
Local: Praça da Alfândega
Entrada: gratuita

Caio Riter 
Lançamento: Antes do alvorecer
Data: 11 de novembro, às 19h30
Local: Praça da Alfândega
Entrada: gratuita

Rosinha 
Lançamento: O mar de Cecília
Data: 14 de novembro, às 17h30
Local: Praça da Alfândega
Entrada: gratuita

sábado, 18 de março de 2017

CURSO DE LITERATURA INFANTOJUVENIL NAS MÚLTIPLAS LINGUAGENS NA LIVRARIA PAULINAS (PORTO ALEGRE)

                                             CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA

CURSO  DE  LITERATURA INFANTOJUVENIL NAS MÚLTIPLAS  LINGUAGENS

Objetivo: promover uma reflexão sobre as múltiplas linguagens da Literatura
e sua importância no processo de formação de leitores fluentes.
Público-alvo: público em geral.
Período: de abril a outubro de 2017

Horários:
Turma A: sextas-feiras, das 8h30 às 12h
Turma B: sextas-feiras, das 13h30 às 17h
Turma C: sábados, das 8h30 às 12h

LOCAL:
Auditório Paulinas Livraria – Rua dos Andradas, 1.212 – Centro – Porto  Alegre-RS

VAGAS: 120

Investimento: R$ 150,00, até o  dia 29/3; após  essa  data, R$ 170,00 (à vista, via
depósito bancário,* ou em 2x no cartão)

Obs.: com direito a certificado de 40 horas/aula da Faculdade Dom Bosco de Porto
Alegre (mediante frequência mínima de 75%).

Informações e inscrições: 
na  Paulinas  Livraria, pelo  telefone (51) 3221-0422 ou
 pelo e-mail livpalegre@paulinas.com.br

Pagamento via depósito bancário em nome de Pia Sociedade Filhas de São Paulo, 
Banrisul, agência 0051, c/c 06.020.501-01(enviar comprovante da transação
identificado por e-mail).

Isenção de inscrição:
 se  você  trabalha  com crianças  e  jovens em  situação  de 
vulnerabilidade  ou em  projetos sociais, sua  inscrição  pode ser totalmente gratuita
(bolsa integral), mediante a  apresentação  de  um documento que comprove que a 
instituição onde você atua atende a esse público e seu vínculo com a instituição. 
Consultar disponibilidade de vagas.
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PROGRAMAÇÃO:
Dias 28 e 29 de abril
Módulo I

Ler
Assessoria: André Neves, professor, escritor e ilustrador.
                                                                                                                     
Dias 12 e 13 de maio 
Módulo II

“Diga um verso bem bonito” – Poesia entre crianças e adultos
Assessoria: Gláucia de Souza, mestra em Educação, doutora em Letras e especialista
em Literatura Infantojuvenil, é escritora e professora de Língua Portuguesa e Literatura
do Colégio de Aplicação da UFRGS.

Dias 26 e 27 de maio 
Módulo III

Educar para a palavra literária              
Assessoria: Caio Riter, doutor em Literatura Brasileira, é escritor, professor e fundador e
idealizador da Reinações – Confraria  da  Leitura de Textos da  Literatura  Infantojuvenil. 
Possui vários livros publicados, pelos quais recebeu diversos prêmio literários. 
                                                                                                                     
Dias 9 e 10 de junho
Módulo IV          
       
                                                        
Contação de histórias: corpo, voz e movimento 
Assessoria: Roger Castro, graduado em Dança e mestrando em Educação, é animador
cultural e contador de histórias.
 
Dias 23 e 24 de junho
MÓDULO V 
Livro vivo – Cada um no seu Canto e com seu enCanto! 
Assessoria:, graduado em Comunicação Visual e pós-graduado em Tecnologia  Gráfica,
é arquiteto, escritor, ilustrador e ilustra para o caderno Ilustrada do Jornal Folha de S.Paulo.

Dias 14 e 15 de julho 
Módulo VI 

Leitores em transição – A literatura nos anos finais do Ensino Fundamental
Assessoria: Ana Paula Cecato, professora de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental,
possui graduação e mestrado em Letras, com  trabalho  voltado  para  a Literatura Infantil. 
Atua  na  Câmara  Rio-Grandense  do Livro,  com  formação de  mediadores  de  leitura  e 
programas de incentivo à leitura.

Dias 25 e 26 de agosto
Módulo VII

A leitura do mundo precede a leitura da palavra – Mediação de leitura e contação de
histórias no processo de aprendizagem      
Assessoria: Milene Barazzetti Machado, professora, contadora de histórias e escritora.                                                                   
                                                  
Dias 22 e 23 de setembro
Módulo VIII

Emília – Mediações leitoras sobre a voz lobateana atemporal     
Assessoria: Sueli de Souza Cagneti, doutora em Letras e Literatura Portuguesa, com
pós-doutorado na Itália, é professora, pesquisadora e escritora. 

Dias 6 e 7 de outubro
Módulo IX   
   
Literaturas, leituras e infâncias 
Assessoria: Fábio Monteiro, formado em História, é especialista em História, Sociedade
e Cultura. 

Dias 27 e 28 de outubro
Módulo X      
                                                                         
Oficina das raízes – Literatura indígena e afro-brasileira.
Assessoria: Ninfa Parreiras, graduada em Letras e Psicologia e mestra em Literatura
Comparada, trabalha como especialista na FNLIJ e é professora da Estação das Letras.
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sábado, 31 de outubro de 2015

NO CAFUNDÓ DAS ESTRELAS DE SERGIO NAPP E ANELISE ZIMMERMANN (EDITORA PAULINAS)

                                         SITE DA EDITORA: www.paulinas.org.br

INDICAÇÃO: a partir de 10 anos (leitor fluente)
      
32 PÁGINAS

                                                       "NÃO DEVES ACREDITAR NAS RESPOSTAS.
                                                                    AS RESPOSTAS SÃO MUITAS 
                                                  E A TUA  PERGUNTA É ÚNICA E INSUBSTITUÍVEL."
    
                                                                                    MÁRIO QUINTANA - Caderno H                                                       
_________________________________________________________________________

Este livro é simplesmente lindo!


O  título do  livro "NO  CAFUNDÓ  DAS  ESTRELAS",  escrito  por  SERGIO  NAPP,
estimula a imaginação, 'põe asas' no leitor: Onde fica o cafundó das  estrelas? Você,
por acaso, sabe? Afinal, que lugar é esse? Como se chega lá?

O leitor, assim como o poeta, não faz mais do que indagar-se para tentar desvendar
os sentidos possíveis de tudo que o cerca.

No poema-pergunta, que o autor apresenta na capa do livro, ele fala da poesia com
muita poesia e quer saber onde ela mora.
                                                                                                                                            
                                                     ONDE MORA A POESIA

                                                     nos cotovelos do tempo
                                                     nos despertares da lua

                                                     nas canções das cigarras
                                                     embevecidas de estrelas

                                                     no salso ao beijar o rio
                                                     nas tardes de amor-perfeito

                                                     na pororoca de abraços 
                                                     quando se encontram rio e mar

                                                     no lusco-fusco do dia
                                                     beirando o anoitecer

                                                     nos cantares do galo
                                                     dando à luz a madrugada

                                                     ou nos olhos de mel
                                                     da menina que tece futuros
                                                     ao longo do amanhecer?

Na verdade, o poeta  quer saber tudo sobre os possíveis  sentidos da  vida, que
se escondem nas perguntas. Ele quer, também, dominar as palavras, para que
através delas, possa tecer seus versos. Por isto, ele não se cansa de perguntar.
O objetivo é acordar as emoções para tocar o coração do leitor.

Chama a atenção, em página dupla, o sumário do livro, que mostra, de maneira
muito criativa, o  título dos 14  poemas que  foram  reunidos por SERGIO NAPP.

O tema infância  alinhava todos os poemas do livro. São eles:
foi  assim / havia  uma  figueira  enorme... / bicicletas / pra  onde  essa  estrada /  
túnel verde I, II, III / rio e sol /é sempre outro.../no cafundó das  estrelas / canção
do arco-íris / sete  tesouros  / teus  olhos / o  mar / pássaros  do  dia  de  verão /
de barco e menino.

Estes  poemas resgatam nas crianças a fantasia, o encantamento, e também, a
possibilidade de brincar com as palavras e ideias.

"NO  CAFUNDÓ  DAS  ESTRELAS" é mesmo um livro cheio de perguntas. Elas 
se espalham pela capa e pelas páginas do livro, como  um fio condutor, como se
uma pergunta levasse a uma outra pergunta. 


Olhando  a  vida, através  dos  versos  de  SERGIO NAPP, o  leitor poderá abrir 
caminho para a imaginação e procurar nas entrelinhas as muitas respostas para
todas as perguntas apresentadas no livro NO CAFUNDÓ DAS ESTRELAS.




Este foi o último livro escrito por SERGIO NAPP, que faleceu em maio deste
ano e deixou  muita saudade.


ILUSTRAÇÕES:

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ALGUMAS CONSIDERAÇÕES A RESPEITO DAS ILUSTRAÇÕES E DO
PROJETO GRÁFICO DO LIVRO:

- O traço da artista Anelise Zimmermann é lindo e único.

- O livro  NO  CAFUNDÓ  DAS  ESTRELAS foi ilustrado de forma atraente.
   As  ilustrações contribuem  muito para o tom lúdico e mágico do livro.

- Apostando na realidade e no sonho, as ilustrações mostram detalhes que
  as  palavras  dos  versos  de  Sergio  Napp  não  dizem, deixando, assim,
  espaços livres para que o leitor possa imaginar o que quiser. Vale a pena
  fazer a 'leitura' das imagens só para poder reparar nestes detalhes.

- Neste projeto, a artista usou, nas ilustrações, tinta acrílica e lápis de cor .

- O sumário, em página dupla, apresenta, de uma maneira muito criativa, os
  14 poemas do livro: cada estrelinha  azul, pendurada em um fio, apresenta
  o título de um poema.

- A diagramação inova e apresenta muitas surpresas aos  leitores: fonte de
  tamanhos e  cores  variadas em  algumas  'perguntas'  que servem  como
  um elemento de ligação entre os poemas. (ONDE ANDARÁ O MENINO-
  CORAÇÃO QUE SE PERDEU PELA NOITE EM BUSCA DO SONHO?) -
  por exemplo, liga  os poemas:  PÁSSAROS  DO  DIA  DE  VERÃO e  DE
  BARCO E MENINO.
  
- Diferentes efeitos de movimento nos títulos dos poemas chamam a atenção.
                                 
- Algumas  páginas  do livro receberam  abas, que quando abertas, formam
  grandes painéis ilustrados, com a possibilidade  de serem lidos de diversas
  formas.

- O belíssimo apêndice assinado por Caio Riter: CANTIGAS DO BEM OUVIR
  amplia a leitura dos poemas de Sergio Napp.

- As ilustrações e o projeto gráfico deste livro são simplesmente fantásticos!




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O AUTOR:


A ILUSTRADORA:

DÊ LIVROS DE PRESENTE.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

LANÇAMENTO DA EDITORA GAIVOTA: "DUAS VEZES NA FLORESTA ESCURA" DE CAIO RITER

                                   SITE DA EDITORA: www.editoragaivota.com.br
                                  BLOG DA EDITORA: www.blogbirutagaivota.com.br

INDICAÇÃO:  a partir de 12 anos  (leitor crítico)

164 PÁGINAS


A editora Gaivota acaba de lançar  uma novela policial juvenil. Tudo acontece 
numa cidade do interior do estado do Rio  Grande  do  Sul.

Acompanhe um trecho do   prólogo do livro: "DUAS  VEZES  NA   FLORESTA
ESCURA"  de CAIO RITER.

                 SEMPRE HÁ UM NÃO. E UM TEMPO CERTO PARA DIZÊ-LO.

             Se Susana soubesse disso, talvez tivesse sido uma filha revoltada;
             talvez tivesse gritado, brigado, chorado;  talvez tivesse batido o pé 
             e dito que não  sairia  de  sua cidade, de  sua  casa, de  sua  escola.
             Diria que não conseguiria viver sem suas coisas, sem seus amigos,
             sem as noites na casa da Clara.
             Sem a Clara.
             Talvez  o pai  não  a  entendesse, talvez  o  pai  brigasse ou, o mais
             provável,  deitasse  a  cabeça  em  seu  colo de filha e, naquela voz 
             baixa, mas firme, quase virado em choro, dissesse que ele também
             desgostava de sair da cidade, de deixar a mãe dele sozinha, sem o
             filho  por perto  para  atender  suas vontades de  idosa, de deixar a
             casa,  de  deixar para trás  os  colegas  de  trabalho, os  amigos do
             churrasco de final de semana e de torcida do Grêmio.
             Eram  apenas os dois  no  apartamento grande já há um ano. A mãe
             não recusara a possibilidade de concluir seu doutorado no exterior.
             E  eu  posso?  ficou  ela perguntando  para  o marido e para  a filha, 
             como  se  esperasse  deles  uma  palavra  que  ela não  conseguiria 
             pronunciar. Jamais.
             Eles a  abraçaram,  queriam  sentir-se felizes com a felicidade dela,
             mas a dor da  separação que se  anunciava era faca  entrando bem
             devagarzinho no dentro dos três.
             ------------------------------------------------------------------------------------------------
             Porém, se sempre há um não e um tempo de dizê-lo, ambos sabiam
             que  também  há  um  momento  em  que  pronunciar  negativa ou é
             empecilho, ou  é  burrice,  perda  de  tempo.  Assim, nenhum  deles
             negou-se, aceitaram a transferência do pai de agência bancária - do
             mesmo modo que haviam aceitado a viagem de Heloísa - sem nada
             falar, como  se  fosse  algo  contra  o  qual não valesse a pena lutar, 
             tentativa vã, gesto camicase.
             Por  isso,  quando  Tobias chegou  em  casa e deu  a  notícia  à filha,
             Susana apenas o abraçou  bem  apertado, bem  apertado  mesmo. A
             sensação  que  tinha  era  de  que, a  partir  do  momento  em que  se
             instalassem naquela cidadezinha do interior, quase na fronteira com
             outro país, não teriam mais ninguém com quem contar, a não ser um
             com o outro.
             Todavia não foi bem assim.
             
Susana é uma adolescente cheia de dúvidas sobre o futuro. Sua  mãe está morando,
temporariamente, no  exterior para  terminar o curso de doutorado. O pai de  Susana
recebe uma nova proposta de emprego. Ele e Susana acabam trocando a vida numa
cidade  grande  pela vida numa  cidadezinha do  interior, onde, nada  de interessante
acontece. Será?  

Susana, num período de adaptação, começa a ver a sua vida, que parecia insuportável,
começar a mudar. Susana conhece a Bethânia, o Caetano, a Nicole. Conhece também
o César, um garoto, um tanto estranho, que adora espionar os outros. Tudo ia bem até
que uma tragédia se abate sobre aquela tão pacata cidade. O pior é que tudo acontece
bem próximo de  Susana e  de  seus  novos amigos. A  solução daquele crime bárbaro
só depende deles. E agora?

"DUAS VEZES NA FLORESTA ESCURA" de CAIO RITER apresenta uma trama cheia
de mistério, que envolve o leitor.Em boa medida, trata, também, da relação pais e filhos,
amigos e paixões.  

É interessante observar que a narrativa apresenta duas fases e também, apresenta dois
prólogos. Na primeira fase, quem narra  é Susana. Na segunda, a  partir do  prólogo II, o
suspense ganha a voz de um novo narrador. Esta  estrutura  e o projeto  gráfico do  livro
são elementos capazes de transportar o leitor para a cena do crime: uma floresta escura
e sombria. Que medo!

O AUTOR:

terça-feira, 18 de março de 2014

LANÇAMENTO DA EDITORA GAIVOTA: " MARIA E SEU SORRISO NA JANELA " DE CAIO RITER E RAFAEL ANTÓN

                                     SITE DA EDITORA: www.editoragaivota.com.br
                                     BLOG DA EDITORA: http://blogbirutagaivota.com.br

INDICAÇÃO: a partir de 8 anos (leitor em processo)

32 páginas

Trecho do poema "As Meninas" de Cecília Meireles.

                             Pensaremos em cada menina
                             que vivia naquela janela;
                             uma que se chamava Arabela,
                             outra que se chamou Carolina.

                             Mas a nossa profunda saudade
                             é Maria, Maria, Maria,
                             que dizia com voz de amizade:
                             "Bom dia!"
                                                             
O escritor CAIO  RITER  foi buscar inspiração neste poema de Cecília   Meireles para 
contar, aos seus leitores, neste seu primeiro livro pela editora GAIVOTA, a história da
menina Maria e do menino Marcelo.

         Todo o dia era igual.
         Marcelo acordava cedo, bebia correndo o seu chocolate e descia, ainda
descabelado, para o pátio. Ele e seu skate. Em cima daquelas rodas, Marcelo
virava tudo: pirata em alto-mar, super-herói no salvamento de desprotegidas
donzelas, piloto de Fórmula 1 recebendo a bandeirada.
          Seu skate era sua maior alegria.
          Maior até que ver seu time vencer o campeonato. Só não era maior  que
admirar o sorriso da Maria quando ele passava diante da janela.
          Maria e seus cabelos crespos.
          Maria e sua pele linda de escuridão.

 Alegria para  Marcelo era passar para lá e para cá  em  seu skate e poder ver o sorriso
da menina Maria. Ela tinha olhos de escuridão, tranças negras e um sorriso todo branco.

Marcelo tinha vontade de convidar Maria para sair à rua e brincar com ele, mas sempre
lhe faltou coragem para isto. Até que um dia, não viu mais a menina debruçada na janela...

Em meio às lembranças, Marcelo sentiu a dor da perda e o seu arrependimento por
nunca, nem sequer, ter trocado uma palavra com Maria. Agora, era tarde demais... 



Estamos diante de um livro muito delicado e sensível. Ele, com linguagem simples e
poética, trabalha com os temas do amor e da perda. 

MARIA E SEU SORRISO NA JANELA mostra a ternura da paixão, ao mesmo tempo
em que mostra, ao leitor, a dura dor da perda.

  
ILUSTRAÇÃO:

As ilustrações de   RAFAEL  ANTÓN  acompanham  a delicadeza do texto. Em  tons
pastéis, elas contribuem para a beleza do livro. 

Neste livro, a combinação entre texto, ilustrações e projeto gráfico é das mais felizes.



O AUTOR E O ILUSTRADOR: