SITE DA EDITORA: www.mazzaedicoes.com.br
PENNINHA EDIÇÕES - NOVO SELO EDITORIAL DA MAZZA
INDICAÇÃO: a partir de 8 anos ( leitor em processo )
a partir de 5 anos ( leitura compartilhada )
16 PÁGINAS
Esta é uma história que atravessou o tempo. É uma história que aconteceu
há muitos anos atrás. Aconteceu, exatamente, no ano 1500 e é mostrada,
agora, neste livro da escritora NARA VIDAL, sob o ponto de vista de uma
indiazinha de nome Sucupira. Logo no início do livro, ela faz uma revelação,
que vai surpreender a todos os leitores.
" Fui eu quem descobri Pedro Álvares Cabral."
Sucupira brincava na beira da praia quando avistou um barco enorme
chegando.
"Ficamos lá na praia, que era a nossa casa, esperando a tal visita se
apresentar. Afinal, quem quer que estivesse naquele barco grande
não era convidado da nossa tribo. Imagine alguém chegando a sua
casa sem ser convidado. Que chato!"
Sucupira, com seu olhar atento, começa reparar e fazer comparações entre
os costumes do seu povo com a maneira de ser daqueles intrusos e muito
estranhos visitantes.
É a menina - índia Sucupira quem conta a história. O que é mais interessante é
acompanhar o olhar da menina índia conduzindo a narrativa e se apresentando
ao leitor como testemunha ocular da chegada dos portugueses ao litoral de
Pindorama (Brasil).
"Os tais homens de roupa não sabiam muita coisa. Para começar, só
conseguiam se comunicar através de gestos e não sabiam nada da
nossa língua."
"Eles não conheciam nada! Ficaram surpresos com a nossa deliciosa
mandioca. Certamente, de onde quer que vinham, nunca tinham comido
mandioca! Mas se não comiam o que comíamos, o que será que comiam!?
Que gente estranha!"
No livro Pindorama de Sucupira, o pequeno leitor vai encontrar a história do
descobrimento do Brasil dentro da história relatada pela indiazinha e vai
ter a oportunidade de questionar este fato histórico.
O que a autora NARA VIDAL objetiva é que o leitor realize uma leitura que
subverta a história, a partir de um ponto de vista diferente. Observando os
fatos, refletindo sobre as diferenças e questionando, o leitor estará tomando
parte, como a indiazinha Sucupira, da história do Brasil.
AS ILUSTRAÇÕES:
CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA
As ilustrações de Bruna Assis Brasil, de colorido forte, enchem os nossos olhos
e imprimem beleza ao livro.
As imagens de página dupla são bem variadas em técnicas, que vão da pintura e
da colagem à computação.
AS AUTORAS:
domingo, 3 de agosto de 2014
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
LANÇAMENTO DA EDITORA TORDESILHINHAS: "AS AVENTURAS DO CAPITÃO PIRATA DA BARBA VERDE" DE CLAUDIA NEUFELD E MAISA SHIGEMATSU ( SÃO PAULO)
LANÇAMENTO DO LIVRO BILÍNGUE:
AS AVENTURAS DO CAPITÃO PIRATA DA BARBA VERDE /
THE ADVENTURES OF CAPTAIN PIRATE GREEN BEARD
autora: Claudia Neufeld
ilustradora: Maisa Shigematsu
tradutora: Thais Tamaoki
editora: Tordesilhas ( Selo Tordesilhinhas )
LOCAL:
LIVRARIA CULTURA
Shopping Iguatemi - Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2232
Jardim Paulista / São Paulo - SP
PROGRAMAÇÃO:
Contação da história do livro
DIA:
02 / AGOSTO / 2014 ( sábado )
HORÁRIO:
das 17 h às 20 h
ENTRADA FRANCA
68 PÁGINAS
Dois livros em um só - é o que a editora TORDESILHINHAS está apresentando
ao público infantil.
Além da aventura, esta história mostra o poder da amizade e a importância de
se ver as coisas com outros olhos, pois muitas vezes, acabamos nos surpreendendo
positivamente a respeito de algo de que não gostávamos. Tudo isso com o apoio de
ilustrações vibrantes, numa edição bilíngue inglês - português, num formato especial -
abrindo o livro de um lado, está a versão em português; e do outro, a versão em inglês.
quinta-feira, 31 de julho de 2014
VENHAM COMEMORAR O DIA DO CORDELISTA NA EDITORA NOVA ALEXANDRIA (SÃO PAULO)
1º de agosto é o dia que o município paulista da Diadema escolheu para homenagear
o poeta cordelista.
No dia 2 de agosto (sábado), a editora Nova Alexandria vai comemorar a data.
LOCAL:
EDITORA NOVA ALEXANDRIA
RUA: ENGENHEIRO SAMPAIO COELHO, 111 - VILA MONUMENTO
IPIRANGA SÃO PAULO / SP
DIA:
2 DE AGOSTO DE 2014 (SÁBADO)
HORÁRIO:
a partir das 16 horas
PROGRAMAÇÃO:
-Presença dos autores da Coleção Clássicos em Cordel
-Recital
-Lançamento de três títulos de poesia de cordel
quarta-feira, 23 de julho de 2014
"A PRINCESA QUE ESCOLHIA" DE ANA MARIA MACHADO E MARIANA MASSARANI
SITE DA EDITORA: www.objetiva.com.br
INDICAÇÃO: a partir de 8 anos (leitor em processo)
40 PÁGINAS
Como é bom poder fazer escolhas! Como é bom fazer valer a nossa vontade! Como é
bom dizer NÃO, EU NÃO CONCORDO!
O livro A PRINCESA QUE ESCOLHIA de ANA MARIA MACHADO, com ilustrações
divertidas de MARIANA MASSARANI, conta a história de uma princesa que só que sabia
dizer SIM.
"Era uma vez uma princesa muito boazinha e bem-comportada. Boazinha
até demais, sabe? Obedecia a tudo. Concordava com todos. Uma verdadeira
maria-vai-com-as-outras. Parecia até que só sabia dizer:
-Sim, senhor.
Ou então:
-Sim, senhora.
Dependendo de quem mandava.
Ainda bem que isso não durou muito, porque senão a gente não ia ter
história. Ou só ia ter uma história muito chata, sem graça nenhuma. Mas a sorte
é que um dia ela disse:
- Desculpe, mas acho que não.
Todo muito se espantou muito."
O pai dela - o rei - ficou furioso com a resposta da princesinha e resolveu castigá-la.
-Vai ficar trancada na torre! Só sai de lá quando voltar a ser boazinha.
A decisão do rei de castigar a princesa foi a maior sorte da vida dela. A torre era um
lugar especial. Tinha uma biblioteca, que dava para um jardim fechado por um muro alto.
Além dos livros, a princesa também tinha um computador com acesso à internet. E ela,
lia, lia, lia.... sem parar. Ao contrário do que o rei imaginava, o castigo proporcionou à
princesinha a descoberta de muitas coisas, que mudaram a sua vida. Ela descobriu um
mundo novo, adquiriu conhecimento e conheceu lugares para além dos muros do castelo.
Quando a princesinha saiu do castigo, decidiu, para surpresa de todos, que expressaria
suas opiniões e que faria suas próprias escolhas.
Este é um livro para o leitor pensar a insatisfação, as descobertas e as escolhas, e refletir,
com leveza, a relação de pai autoritário e filha obediente.
ILUSTRAÇÕES:
MARIANA MASSARANI parece brincar com o traço e com os detalhes que compõem
as cenas das suas ilustrações.
As imagens da artista, com cores vibrantes, contrastam com o fundo branco das páginas,
recurso que utiliza em muitos de seus trabalhos.
AS AUTORAS:
INDICAÇÃO: a partir de 8 anos (leitor em processo)
40 PÁGINAS
Como é bom poder fazer escolhas! Como é bom fazer valer a nossa vontade! Como é
bom dizer NÃO, EU NÃO CONCORDO!
O livro A PRINCESA QUE ESCOLHIA de ANA MARIA MACHADO, com ilustrações
divertidas de MARIANA MASSARANI, conta a história de uma princesa que só que sabia
dizer SIM.
"Era uma vez uma princesa muito boazinha e bem-comportada. Boazinha
até demais, sabe? Obedecia a tudo. Concordava com todos. Uma verdadeira
maria-vai-com-as-outras. Parecia até que só sabia dizer:
-Sim, senhor.
Ou então:
-Sim, senhora.
Dependendo de quem mandava.
Ainda bem que isso não durou muito, porque senão a gente não ia ter
história. Ou só ia ter uma história muito chata, sem graça nenhuma. Mas a sorte
é que um dia ela disse:
- Desculpe, mas acho que não.
Todo muito se espantou muito."
O pai dela - o rei - ficou furioso com a resposta da princesinha e resolveu castigá-la.
-Vai ficar trancada na torre! Só sai de lá quando voltar a ser boazinha.
A decisão do rei de castigar a princesa foi a maior sorte da vida dela. A torre era um
lugar especial. Tinha uma biblioteca, que dava para um jardim fechado por um muro alto.
Além dos livros, a princesa também tinha um computador com acesso à internet. E ela,
lia, lia, lia.... sem parar. Ao contrário do que o rei imaginava, o castigo proporcionou à
princesinha a descoberta de muitas coisas, que mudaram a sua vida. Ela descobriu um
mundo novo, adquiriu conhecimento e conheceu lugares para além dos muros do castelo.
Quando a princesinha saiu do castigo, decidiu, para surpresa de todos, que expressaria
suas opiniões e que faria suas próprias escolhas.
Este é um livro para o leitor pensar a insatisfação, as descobertas e as escolhas, e refletir,
com leveza, a relação de pai autoritário e filha obediente.
ILUSTRAÇÕES:
MARIANA MASSARANI parece brincar com o traço e com os detalhes que compõem
as cenas das suas ilustrações.
As imagens da artista, com cores vibrantes, contrastam com o fundo branco das páginas,
recurso que utiliza em muitos de seus trabalhos.
AS AUTORAS:
segunda-feira, 21 de julho de 2014
"PASSARINHO ME CONTOU" DE ANA MARIA MACHADO E LÚCIA BRANDÃO
SITE DA EDITORA: www.globaleditora.com.br
INDICAÇÃO: a partir de 8 anos (leitor em processo)
32 PÁGINAS
"Passarinho me contou que certa vez havia um reino. E, nesse reino, um rei
havia.
Havia também muita coisa bonita, coisa que nem se imagina."
Este rei acreditava que seu reino era perfeito. Para ele, o lugar era um verdadeiro
paraíso para se viver.
Um dia, o rei reuniu o seu povo na praça para contar a história de um viajante:
" - Um dia, estávamos todos aqui reunidos no palácio, quando chegou um
viajante muito velhinho, que vinha caminhando a pé desde muito longe e
tinha atravessado todo o reino. Chegou cansado, empoeirado, suado, com
fome. Tirou a roupa, tomou um banho de mar aí na praia, depois bebeu água
de coco, deitou na rede e ficou comendo uns camarõezinhos fritos que eu
mandei servir e estavam mesmo uma delícia... Aí, eu perguntei a ele o que
estava achando do reino. Ele pensou, hesitou um pouco e acabou dizendo,
meio desanimado: "É...bonito..."
Eu achei muito esquisito. Afinal, estamos acostumados a que todos os
viajantes fiquem deslumbrados, digam que aqui é um paraíso, o lugar mais
lindo do mundo, o céu mais estrelado, a baía mais bela, as flores mais
cheirosas... e que a graça e a beleza das mulheres de nossa terra são
incomparáveis... Como é que de repente chega alguém e só acha bonito? E
assim mesmo, como se estivesse fazendo um grande favor..."
O rei ficou mais surpreso ainda, quando o viajante lhe disse:
"Deus me livre! Eu quero é sumir! Não aguento morar num reino com um
problema desses."
O viajante disse isto ao rei e morreu. Sim, morreu antes de dizer qual era o problema.
Afinal, qual era o grande problema do reino? O rei queria muito saber.
Descubra, você, leitor, como o rei acabou descobrindo que não tinha apenas um
grande problema. Na verdade, ele tinha muitos.
ANA MARIA MACHADO, numa narrativa instigante, vai mostrar, de forma sensível,
a questão de saber olhar, de perceber o outro e o mundo a sua volta.
AS ILUSTRAÇÕES:
CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA
Com traço e estilo próprios, LÚCIA BRANDÃO construiu para o livro de ANA MARIA
MACHADO uma narrativa para as ilustrações, com colorido forte e tendência para
o estilizado.
AS AUTORAS:
INDICAÇÃO: a partir de 8 anos (leitor em processo)
32 PÁGINAS
"Passarinho me contou que certa vez havia um reino. E, nesse reino, um rei
havia.
Havia também muita coisa bonita, coisa que nem se imagina."
Este rei acreditava que seu reino era perfeito. Para ele, o lugar era um verdadeiro
paraíso para se viver.
Um dia, o rei reuniu o seu povo na praça para contar a história de um viajante:
" - Um dia, estávamos todos aqui reunidos no palácio, quando chegou um
viajante muito velhinho, que vinha caminhando a pé desde muito longe e
tinha atravessado todo o reino. Chegou cansado, empoeirado, suado, com
fome. Tirou a roupa, tomou um banho de mar aí na praia, depois bebeu água
de coco, deitou na rede e ficou comendo uns camarõezinhos fritos que eu
mandei servir e estavam mesmo uma delícia... Aí, eu perguntei a ele o que
estava achando do reino. Ele pensou, hesitou um pouco e acabou dizendo,
meio desanimado: "É...bonito..."
Eu achei muito esquisito. Afinal, estamos acostumados a que todos os
viajantes fiquem deslumbrados, digam que aqui é um paraíso, o lugar mais
lindo do mundo, o céu mais estrelado, a baía mais bela, as flores mais
cheirosas... e que a graça e a beleza das mulheres de nossa terra são
incomparáveis... Como é que de repente chega alguém e só acha bonito? E
assim mesmo, como se estivesse fazendo um grande favor..."
O rei ficou mais surpreso ainda, quando o viajante lhe disse:
"Deus me livre! Eu quero é sumir! Não aguento morar num reino com um
problema desses."
O viajante disse isto ao rei e morreu. Sim, morreu antes de dizer qual era o problema.
Afinal, qual era o grande problema do reino? O rei queria muito saber.
Descubra, você, leitor, como o rei acabou descobrindo que não tinha apenas um
grande problema. Na verdade, ele tinha muitos.
ANA MARIA MACHADO, numa narrativa instigante, vai mostrar, de forma sensível,
a questão de saber olhar, de perceber o outro e o mundo a sua volta.
AS ILUSTRAÇÕES:
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Com traço e estilo próprios, LÚCIA BRANDÃO construiu para o livro de ANA MARIA
MACHADO uma narrativa para as ilustrações, com colorido forte e tendência para
o estilizado.
AS AUTORAS:
LANÇAMENTO DA EDITORA BIRUTA: "O QUE EU VI POR AÍ" DE CYRO DE MATTOS E MARTA IGNERSKA
SITE DA EDITORA: www.editorabiruta.com.br
SITE DO BLOG: www.blogbirutagaivota.com.br
INDICAÇÃO: a partir de 8 anos (leitor em processo)
44 PÁGINAS
A nossa imaginação pode ir muito longe. Basta a gente querer, basta a gente saber
olhar, basta a gente perceber, de um modo bem especial, o mundo a nossa volta.
O livro O QUE EU VI POR AÍ mostra a história de uma criança que vê o mundo de
uma maneira muito particular.
"AÍ, EU VI O SOL QUE ACORDAVA
LÁ ONDE O CÉU FAZ UMA CURVA.
ABRIA SEU OLHO ENORME PARA VER
SE AINDA RESTAVAM ALGUMAS
SOMBRAS DA NOITE NOS
PASSOS DA MADRUGADA.
DE MANHÃZINHA, O MAR INVENTAVA LEÕES
QUE ROLAVAM PELAS ONDAS COM SUAS JUBAS BRANCAS.
OS RUGIDOS DESSES LEÕES CHEGAVAM ATÉ A PRAIA
NUM BARULHO QUE NUNCA CESSAVA.
QUANDO CHEGAVA JUNTO DA PRAIA,
OS RUGIDOS DOS LEÕES SE FAZIAM EM PEQUENAS
ONDAS, QUE SE PARTIAM ALI MESMO
E DEIXAVAM A AREIA RENDILHADA DE ESPUMAS."
Em um passeio pelas páginas do livro, o pequeno leitor vai poder acompanhar o
olhar desta criança, que sempre transforma o que vê em um cenário fantástico.
Para o encantamento do leitor, a cada página virada, um novo ângulo de visão do
universo mágico do mundo infantil será apresentado.
Que tal embarcar nesta imperdível viagem!
ILUSTRAÇÃO:
As ilustrações da artista MARTA IGNERSKA acompanham o texto de CYRO DE
MATTOS e reforçam a construção mágica do livro.
OS AUTORES:
SITE DO BLOG: www.blogbirutagaivota.com.br
INDICAÇÃO: a partir de 8 anos (leitor em processo)
44 PÁGINAS
A nossa imaginação pode ir muito longe. Basta a gente querer, basta a gente saber
olhar, basta a gente perceber, de um modo bem especial, o mundo a nossa volta.
O livro O QUE EU VI POR AÍ mostra a história de uma criança que vê o mundo de
uma maneira muito particular.
"AÍ, EU VI O SOL QUE ACORDAVA
LÁ ONDE O CÉU FAZ UMA CURVA.
ABRIA SEU OLHO ENORME PARA VER
SE AINDA RESTAVAM ALGUMAS
SOMBRAS DA NOITE NOS
PASSOS DA MADRUGADA.
DE MANHÃZINHA, O MAR INVENTAVA LEÕES
QUE ROLAVAM PELAS ONDAS COM SUAS JUBAS BRANCAS.
OS RUGIDOS DESSES LEÕES CHEGAVAM ATÉ A PRAIA
NUM BARULHO QUE NUNCA CESSAVA.
QUANDO CHEGAVA JUNTO DA PRAIA,
OS RUGIDOS DOS LEÕES SE FAZIAM EM PEQUENAS
ONDAS, QUE SE PARTIAM ALI MESMO
E DEIXAVAM A AREIA RENDILHADA DE ESPUMAS."
Em um passeio pelas páginas do livro, o pequeno leitor vai poder acompanhar o
olhar desta criança, que sempre transforma o que vê em um cenário fantástico.
Para o encantamento do leitor, a cada página virada, um novo ângulo de visão do
universo mágico do mundo infantil será apresentado.
Que tal embarcar nesta imperdível viagem!
ILUSTRAÇÃO:
As ilustrações da artista MARTA IGNERSKA acompanham o texto de CYRO DE
MATTOS e reforçam a construção mágica do livro.
OS AUTORES:
domingo, 13 de julho de 2014
"AH, CAMBAXIRRA, SE EU PUDESSE..." DE ANA MARIA MACHADO E GRAÇA LIMA
INDICAÇÃO: a partir de 8 anos (leitor em processo)
32 PÁGINAS
"AH, CAMBAXIRRA, SE EU PUDESSE..." é um dos livros da coleção CONTA DE
NOVO (editora FTD).
O título do livro "AH, CAMBAXIRRA, SE EU PUDESSE...", de saída, já aguça a
curiosidade do leitor. A frase-título leva o leitor a formular perguntas como: Se eu
pudesse o quê? Quem está dizendo que não pode fazer nada pela cambaxirra?...
A partir daí, o leitor sente-se estimulado a iniciar, logo, a leitura para descobrir o
que a história do livro conta.
"Era uma vez uma cambaxirra, toda saltitante e alegre que estava fazendo
ninho na árvore de galho mais bonito da floresta.
Um dia, viu um lenhador se preparando para derrubar a árvore. Começou
a voar em volta e a cantar muito agitada. O lenhador perguntou:
- Cambaxirra, que foi que houve?
E ela disse:
- É que você vai derrubar a árvore de galho mais bonito onde estou fazendo
meu ninho.
Não faz isso, por favor.
E o lenhador respondeu:
- Ah, cambaxirra, se eu pudesse..."
Pobre cambaxirra! Ela escolheu a árvore de galho mais bonito para construir o seu
ninho, mas a árvore escolhida está prestes a ser derrubada por um lenhador, que
diz sentir medo e que cumpre ordem do capataz, que cumpre, por sua vez, ordem do
barão, que cumpre ordem do visconde, que cumpre ordem do conde, que cumpre
ordem do marquês, que cumpre ordem do duque, que cumpre ordem do imperador.
A cambaxirra tenta impedir a derrubada da árvore e fala com todos. Por medo, todos
dizem que não podem desobedecer os seus superiores e respondem:
- AH, CAMBAXIRRA, SE EU PUDESSE....
O duque diz que o imperador é dono de muitas terras e, mesmo assim, quer muita lenha.
A cambaxirra resolve, então, enfrentar o autoritário e temido imperador. Ao conversar
com ele, a cambaxirra surpreende e consegue reverter a situação. Como ela conseguiu
fazer com que o imperador mudasse de ideia e desistisse de derrubar a árvore?
ANA MARIA MACHADO apresenta um texto envolvente. Trata-se de uma narrativa da
tradição oral, com estrutura de repetição acumulativa - uma mesma situação, que é apresentada de forma repetida, vai se acumulando, até ser resolvida.
As crianças adoram este tipo de narrativa e costumam pedir sempre "Conta de novo".
OUTROS LIVROS DA COLEÇÃO "CONTA DE NOVO":
CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA
AS ILUSTRAÇÕES:
As ilustrações de Graça Lima são muito expressivas, grandes, de página inteira,
de colorido forte e retratam, a cada virada de página, um personagem (do plebeu
ao imperador, o mais nobre). A forma como eles são caracterizados ajudam o
pequeno leitor a construir a identidade de cada um deles e a entender que eles
estão dispostos em ordem hierárquica.
AS AUTORAS:
quinta-feira, 10 de julho de 2014
LANÇAMENTO DA EDITORA BIRUTA: "O DIA EM QUE B APARECEU" DE MILU LEITE E SERGIO MAGNO
SITE DA EDITORA: www.editorabiruta.com.br
BLOG DA EDITORA: www.blogbirutagaivota.com.br
BLOG DA EDITORA: www.blogbirutagaivota.com.br
INDICAÇÃO: a partir de 8 anos ( leitor em processo)
108 PÁGINAS
No livro O DIA EM QUE B APARECEU, o leitor vai encontrar duas histórias.
A história do jovem b (Bernardo) e uma história policial escrita por este garoto,
que se refugia na literatura, porque é extremamente solitário e vive os conflitos
de alguém que não encontra lugar em seu meio.
Leia o texto das páginas iniciais do livro, para saber mais sobre o personagem b:
" Faz três horas que ele olha para a tela em branco. De vez em quando,
se afasta do computador e dá uma espiada pela janela do apartamento.
Dali costuma ver os outros e um pedaço da lagoa. Quem são os outros?
Melhor começar dizendo quem é ele. O nome dele é Bernardo, mas ele
detesta. Acha pedante. Prefere ser b (assim mesmo, com letra minúscula,
na tipologia Verdana, que ele escolheu cautelosamente no computador).
Um solitário e simples b.
Ele não gosta de sair de casa. Só põe a cara na rua para ir à escola. É
louco por computadores, mas ao contrário da maioria dos garotos, usa
a máquina mais para escrever do que para jogar. Vez ou outra se distrai
com a construção de impérios ou com a simulação de uma festa virtual,
mas sempre que faz isso se arrepende por ter perdido tanto tempo. Mas,
no final das contas, acaba se convencendo de que a brincadeira até que
é boa para seu trabalho. Trabalho?
Pois é, b trabalha. Não é um trabalho comum. Tudo começou um ano
atrás, quando ele resolveu participar de um concurso literário. Ele tinha
acabado de escrever uma história e achou que não perdia nada se a
mandasse para o tal concurso. E, a princípio, não perdia mesmo. Até
porque b nem imaginava que poderia ganhar. Mas ele ganhou. Foi aí que
percebeu que quem vence quase sempre também perde alguma coisa.
Ele, que já sofria um bocado na escola por ser um jovem superdotado,
passou a ser diariamente hostilizado pelos colegas."
Como mostra o texto acima, na escola, b vive situações constrangedoras por
ser um garoto superdotado. Sua luta é diária: lidar com o mundo que o exclui. Ele
é hostilizado pelos colegas de turma diariamente e as idas à escola ficam cada vez
mais dolorosas. A salvação de b foi vencer um concurso literário. Além de receber o
prêmio de dez mil reais, fez parte do programa de apoio a estudantes superdotados,
no Departamento de Letras, da Universidade Estadual.
Em outras partes do livro, a narrativa salta para um outro ponto e remete o
leitor para a premiada história escrita por b. Trata-se de uma história policial sobre
quatro amigos - Felipe, Dora, Hipotenusa e Farelo - que investigam o sumiço de um
cantor popular, na época da ditadura militar.
De um modo muito original, os fios destas duas narrativas se entrelaçam e são
apresentadas ao leitor simultaneamente.
ATENÇÃO! Para facilitar o entendimento das sequências, o projeto gráfico do livro
utiliza tipografia em cores diferentes - um recurso criativo dos mais felizes.
Com muita criatividade, a escritora MILU LEITE costura as duas narrativas e
propõe um instigante questionamento dos limites entre ficção e realidade, verdade
e mentira, solidão e inclusão.
AS ILUSTRAÇÕES:
As ilustrações de SERGIO MAGNO lembram recortes de papel colorido. Com seu
traço característico, o artista brinca com as formas e as cores.
OS AUTORES:
quarta-feira, 9 de julho de 2014
terça-feira, 8 de julho de 2014
OFICINA DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS COM SONIA SAMPAIO: "O CONTADOR DE HISTÓRIAS" (RIO DE JANEIRO)
OFICINA: O CONTADOR DE HISTÓRIAS
Ministrante: Sonia Sampaio
Profa. (Letras) e Contadora de Histórias
Programa:
- O Contador de Histórias: seu papel, sua importância
- Habilidades do Contador de Histórias
- Tipos de Narrativas: fábula, lenda, mito, apólogo, conto, conto de fadas
- Atividades Lúdicas / Narrativas Vivenciadas
- Principais compiladores:
Estrangeiros: Perrault, Irmãos Grimm e Andersen
Nacionais : Figueiredo Pimentel,Monteiro Lobato,
Sílvio Romero e Luís da Câmara Cascudo
- O Conto Popular e o Conto Autoral
- Para Quem, Onde e Quando Contar Histórias
- Contação de Histórias
- Bibliografia
- Entrega de certificados
Local: Rua Senador Vergueiro, 151/101-Flamengo
Dia: 23 de julho de 2014 (quarta-feira)
Horário: das 15:00 às 18:00 horas
Investimento: R$60,00 (com material didático)
taxa a ser paga no dia da oficina
Inscrição: e-mail: sonia.sampaio@oi.com.br
taxa a ser paga no dia da oficina
Inscrição: e-mail: sonia.sampaio@oi.com.br
Fone: 2551-3572
E-BOOK "A COLEÇÃO DE MAYA" DE MARCELO JUCÁ E JOSIE ESPÍRITO SANTO, LANÇAMENTO DA EDITORA PIPOCA
BLOG DA EDITORA: pipocaazul.editorapipoca.com.br
INDICAÇÃO: a partir de 6 anos (leitor iniciante)
24 páginas
E-book disponível no iPhone, iPad, iPod touch e Mac.
Todo colecionador é movido pelo desejo de ter, nomear, organizar e exibir os objetos
que coleciona. Mas, como e de onde surgem todos estes desejos?
Com Maya, a personagem da história A COLEÇÃO DE MAYA, o desejo de colecionar
alguma coisa não aconteceu por acaso.
"Maya acordou com uma certeza: estava na hora de começar a sua coleção.
- Mas coleção de quê? - perguntou a si mesma, ainda enrolada no edredom
roxo."
A certeza da menina surgiu porque todos os seus amigos já colecionavam coisas como: bolas, óculos, selos, sapatos, álbum de figurinhas... e porque, na escola, ficou sabendo
que colecionar coisas faz parte da nossa essência. Não é de hoje, que o ser humano
coleciona os mais variados objetos. Uma coleção sempre evoca lembranças e histórias,
que atravessam o tempo.
"Na escola, o professor havia dito que, fosse europeu, africano, americano
ou oriental, homem, mulher ou criança, de hoje ou de muito tempo atrás,
todos sempre tiveram lá a sua coleção."
mas queria escolher algo bem diferente e muito original. Mas, o quê?
Depois de muito pensar, Maya descobriu algo diferente e divertido para colecionar. O
pequeno leitor irá se surpreender com a escolha feita pela menina Maya.
O final da história A COLEÇÃO DE MAYA reserva surpresas.
O e-book A COLEÇÃO DE MAYA conta com narração e recursos de animação e
interação.
Baixe o livro pela iBookstore Brasil: http://bit.ly/S0pltz
ou pela iBookstore USA: http://bit.ly/1meFG8R
ILUSTRAÇÕES:
As ilustrações de Josie Espírito Santo (finalizadas por Mila Morelli) são um convite
para a criança soltar a imaginação e viver momentos de encantamento.
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