quinta-feira, 27 de abril de 2017

LANÇAMENTO DO LIVRO DE IMAGENS: SEM FIM DE MARILDA CASTANHA (EDITORA POSITIVO)

                                       SITE DA EDITORA: www.editorapositivo.com.br

COLEÇÃO: História à vista

INDICAÇÃO: a partir de 6 anos (leitor iniciante)

60 PÁGINAS

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Este é um livro  de imagens. Imagens, também, contam  histórias. Mas, para isso,
pedem  um  leitor criativo e ousado, porque não havendo palavras, elas precisam
ser inventadas.

Nesta narrativa visual, quem imita quem? O homem imita  a árvore ou  a árvore
imita o homem? Mas  será  que um tenta  imitar o  outro? Ou  é  um  desafio? E
nesse caso, quem desafia quem? A natureza  desafia  o homem  ou é o homem
quem desafia a natureza? Há um vencedor no fim? Ou no fim há outra história?
Outras  histórias.  Há  somente   dor  ou,  pelo  contrário,  há  muita  esperança. 
Nesse sem fim de narrativa que não param de brotar.

A convivência  entre um homem e uma árvore é o fio  condutor  do livro  SEM FIM,
um livro de imagens da premiadíssima ilustradora / autora MARILDA  CASTANHA.
Este livro faz parte da COLEÇÃO HISTÓRIA  À VISTA, da editora  POSITIVO. Nele a
autora  promove  indagações  sobre  harmonia e renovação, o  real  e  o imaginário
e  provoca  reflexões  sobre  as  possíveis  transformações  que podem  surgir por
meio da relação entre o ser  humano e  a natureza. É um trabalho que levou 2 anos
para ter corpo e mostra a paixão da autora pelas suas "árvores inventadas", ao ser
humano, bem  como  a um elemento  silencioso:  a caixa, que nada mais  é do que
uma bela metáfora  para a consciência.

ILUSTRAÇÕES:




As ilustrações do livro SEM FIM foram elaboradas em tinta acrílica e máscara de
aquarela.

Escrever um livro de imagens requer muito  trabalho e pesquisa, uma  vez que  a narrativa visual tem uma gramática  própria. A ilustradora MARILDA CASTANHA
diz: "É que  as  vírgulas, os  parágrafos, as  exclamações,  elementos  que  estão
presentes  na  narrativa  escrita  e oral,  também, existem  sutilmente no  livro de
imagens. A virada de página, por exemplo, pode indicar uma vírgula ou um novo
parágrafo."


AUTORA:

Para MARILDA CASTANHA, ver sua obra rodando mundo é algo que a deixa muito
feliz: " sinal de que a imagem não precisa de tradução."

CONHEÇA O PROJETO LIVROS ABERTOS, AS DICAS PARA MEDIADORES DE LEITURA E SAIBA O QUE É LEITURA DIALÓGICA



O Livros Abertos é um Projeto de  Extensão da Universidade  de Brasília  que tem
como  objetivo compartilhar histórias  e encantamento  com  crianças e jovens de
escolas  públicas   do  DF,  criando  espaços  de diálogo  ao  redor  do  livro  e  da
literatura.

Os mediadores  são  estudantes de  todos os cursos  da Universidade  de Brasília
(UnB)  e membros  da comunidade.

Coordenação: Eileen Pfeiffer Flores (Professora-Adjunta do Instituto de Psicologia
/PPB).

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CONHEÇA O PROJETO LIVROS ABERTOS / SAIBA O QUE É LEITURA DIALÓGICA

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terça-feira, 25 de abril de 2017

MAIS UM SUCESSO DA EDITORA PAULINAS: ENFIM, ATLETA! DE ANNA CLAUDIA RAMOS E ROGÉRIO COELHO

                                            SITE DA EDITORA: www.paulinas.org.br



COLEÇÃO MAGIA DAS LETRAS - SÉRIE MUNDO ENCANTADO

INDICAÇÃO: a partir de 10 anos (leitor fluente)

 40 PÁGINAS

       "Não são todos os que realizam os velhos sonhos da infância!"   
                                                                                       Mario  Quintana                            
                                                                
    
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A história "ENFIM,  ATLETA!"  é narrada em primeira pessoa pela menina Antônia,
protagonista do livro. Ela nos conta que tinha  um sonho de infância e como tudo 
começou.

                                
    "As pessoas têm mania de dizer que a gente tem  que desistir de  um sonho
quando  ele  parece  muito  maluco,  ou  muito   grandioso,  como  diria   Dona 
Corinha. Eu não concordo. Ainda bem que não  acreditei no que me  disseram
lá na minha cidade, quando eu era pequenininha.

   Mas vamos começar esta história do começo, que é  para vocês  entenderem
bem  por  que estou  falando isso. Aprendi com meu avô que, quando  se  quer
contar uma boa  história, é  preciso  resgatar  o passado  de tudo, para  que se 
entenda o presente. Vovó sempre implicava com isso, pedia  que ele  contasse
apenas o  acontecido,  que  não ficasse  enrolando tanto  para  contar algo  tão
simples. Ele ria, e nem ligava, piscava para mim e começava a falar.

    Sempre gostei de ouvir as histórias de vovô. E agora, que moramos aqui em
São Paulo com o tio, tudo é diferente, menos o jeito dele de contar histórias.

   Moramos aqui já tem bastante tempo, mas hoje  está sendo  um dia  diferente,
especial. Vovô e  o tio acabaram  de ir embora  do aeroporto. Estou  na  sala  de
embarque, rumo a uma nova etapa de minha vida:  estudar,  treinar e  jogar fora
do país, com uma bolsa de estudos integral. Estou sentada aqui, esperando dar
o horário do voo e olhando por esta imensa janela, completamente emocionada.
Acho que por isso me lembrei de toda a minha história.

   Nasci no interior de Minas Gerais, numa cidade tão pequenininha que nem se
encontra no mapa. Quem nasce lá, fica meio esquecido do mundo. Por isso
mesmo, Dona Corinha vivia me dizendo:

   - Pare de ter sonhos grandiosos. Antônia, olhe bem onde você nasceu. Você
acha mesmo que alguém pode se tornar uma atleta nascendo aqui?

     Eu  ficava  chateada,  claro,  mas preferia  não  ligar  muito,  não,  e  sempre 
respondia:

   - Um dia eu vou ser tenista, Dona Corinha, tenho certeza."


Na vida,  existem  coisas  que  só  descobrimos  aos  poucos.  Com  Antônia, não
foi  assim. Ela  sempre  soube que seria  uma  tenista, sempre  carregou  consigo
esta certeza.

Costurando sua história, a menina  descreve seus  sentimentos e  sua paixão  pelo
tênis. Ela, mesma, nunca entendeu como uma menina, nascida  em  uma  pequena
cidade do interior de Minas Gerais, que nunca tinha  pisado numa  quadra  de tênis,
nem, tão pouco, assistido a uma partida, foi, logo, se apaixonar por este esporte.

Antônia ouviu, de muitos, coisas  como: uma  menina  tenista  saindo  deste  fim  de
mundo; pare de ter sonhos grandiosos; desista desse sonho  de ser tenista, menina.
Tênis  é esporte  de  rico... Algumas  pessoas  insensíveis  só  se  aproximavam  de
Antônia com a intenção de destruir o seu sonho de infância. Poucos a incentivavam. 
No início, a menina Antônia só  encontrava  apoio mesmo na família. Apesar de não
ter conhecido seus pais e ter sido  criada  pelos avós, Antônia não era uma  menina 
infeliz, muito pelo contrário.

O  livro  de  ANNA  CLAUDIA  RAMOS  traz,  em  um  texto  envolvente  e  sensível,
reflexões sobre os ciclos  naturais  da  vida  e sobre as  transformações que podem
ocorrer, de uma hora  para outra. Com Antônia, aconteceu da seguinte maneira: ela
acabou  sendo  conduzida   na  direção  de  sua   realização,  a  partir  de  um  certo
momento e  sua  vida foi preenchida com muitas vitórias.

A obra "ENFIM, ATLETA!" tem um alto teor reflexivo. É interessante observar  que a
narrativa  nos  faz  parar para pensar em como foi difícil, para a menina Antônia, ser
aceita pelas pessoas como uma atleta.

Para  fechar a  história de  Antônia, ANNA  CLAUDIA  RAMOS  retoma  o começo da
narrativa (Antônia, no aeroporto, na sala de embarque, aguarda o horário de seu voo. 
Vai estudar, treinar e jogar fora do país. Emocionada, lembra da sua história de  vida,
dos   seus   sonhos, das  pessoas que  estiveram  ao  seu  lado  apoiando  sempre  e
daquelas que nunca acreditaram nela.) Numa estrutura circular, a história de Antônia 
termina onde começou - no  aeroporto, recordando  seu  velho  sonho  de  infância. 


"ENFIM,  ATLETA!"  faz uma  declaração  de amor ao  esporte e a tudo o  que colabora
efetivamente  para a formação de  um  atleta completo. O interessante tema  abordado
atrai o leitor, dimensionando as marcas que a leitura pode deixar em quem lê a história
de Antônia.


ILUSTRAÇÕES:


  
Considerações sobre as ilustrações:

-  A capa de "ENFIM, ATLETA!" revela, através do seu título e da  ilustração, detalhes
   importantes  sobre a  figura  central do  livro - Antônia.  O leitor,  logo,  deduz  que a 
   personagem tem o  sonho de  se tornar uma  grande  atleta  do  tênis  e  que, enfim,
   consegue alcançar o seu objetivo.

- A  cor amarelo - ouro  predomina  em todas  as ilustrações (capa e  miolo do livro) e
  funciona como um pano de fundo da história, que registra a vida de Antônia e dessa
  forma, ressalta o brilho da atleta, marcado por muitas vitórias.

- As  ilustrações de   ROGÉRIO COELHO  intensificam e ampliam  o texto  de ANNA
  CLAUDIA  RAMOS.


- ROGÉRIO  COELHO, que tem  um estilo  muito próprio, lança  mão de interessantes 
  recursos para ilustrar este livro. Por exemplo: a narrativa visual, por  causa de muitos
  detalhes, funciona como uma segunda história,  transpõe  o que diz  o texto e amplia
  o imaginário do leitor.


As ilustrações de ROGÉRIO COELHO  tiram  proveito dos  jogos de claro x escuro
  e   luz x sombra  para  colocar  um  foco  de  luz  na  personagem  central  do  livro.  
  A  luminosidade é um grande atrativo. É desta maneira  que o  ilustrador  conduz  o
  olhar do  leitor para  a  personagem  Antônia,  que  é  retratada  iluminada,  sempre  
  sozinha e  muitas  vezes,  observando  pássaros  que voam bem alto no céu. O que
  imagina Antônia ao observar os pássaros? Com  o que  ela sonha?  Seriam sonhos
  grandiosos?


AUTORES:



OUTRO SUCESSO DA EDITORA PAULINAS: SERTÃO DE FÁBIO MONTEIRO E MAURICIO NEGRO

                                              SITE DA EDITORA: www.paulinas.org.br

COLEÇÃO: ESPAÇO ABERTO

INDICAÇÃO: a partir de 8 anos (leitor em processo)


40 PÁGINAS



           "QUANDO A IMAGINAÇÃO DA CRIANÇA ENCONTRA A NATUREZA,
             ELA SE POTENCIALIZA E SE TORNA IMAGINAÇÃO CRIATIVA."
                                                                                                Gandhy Piorski
                                                                educador,  artista plástico e escritor
                                                       
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No  livro  SERTÃO,  assinado  por  FÁBIO  MONTEIRO,  a  relação  de  amizade e
afeto de um menino, chamado Tonho, por um exuberante pássaro azul, adiciona 
delicadeza às  palavras que  constroem a narrativa. FÁBIO MONTEIRO poetiza  a
realidade do sertão.

     "O RIO MAIS PERTO... ERA MUITO LONGE DALI.

     EM CONTRASTE COM TODO O RESTO, TRAZENDO ESPERANÇA AOS OLHOS
     SECOS DO MENINO, UM  PÁSSARO  EXUBERANTE  SURGIA EM SUA JANELA
     COMO SE NADA HOUVESSE ALÉM DO SEU DESEJO PELO AMOR DE TONHO."

Tudo   acontece num  cenário  de uma árida paisagem. Ali, onde  o  menino Tonho
vivia, nada era perfeito, a  não ser  as visitas diárias que o pássaro, que  vinha  de
longe, fazia para Tonho, trazendo, em suas asas, notícias de outras pessoas  e de
outros lugares.

    "TONHO O OLHAVA COM UM CARINHO FRATERNAL. ENXERGAVA ALÉM DO
     QUE OS SEUS OLHOS  ALCANÇAVAM E SE  ENCHIA DE ESPERANÇA  COM
     AS HISTÓRIAS QUE SUA IMAGINAÇÃO CRIAVA."
      
A  imaginação  levava  Tonho a  lugares  distantes da  realidade em que  ele  vivia.
Imaginação, percepção, sensibilidade e  novas descobertas são elementos  que o
leitor irá encontrar nesta narrativa poética.

O existir do menino Tonho e do pássaro azul era um existir  solidário. Bastavam-se.
Tonho, preso ao afeto  daquela  amizade, alçava  voo e imaginava que, de  diversas
maneiras, a água poderia chegar também àquele lugar. 

Acompanhe, no livro SERTÃO, a trajetória de vida do menino Tonho e descubra se
a sua imaginação poderá  transformar o seu desejo em realidade.


SERTÃO  é  um   livro  que  deixa  marcas,  mas  deixa, também,  nas  entrelinhas, 
espaço  para  que  o leitor  tenha  a  liberdade  para  conduzir  o  seu  olhar  sobre
as  situações  vividas  pelo  menino  Tonho  e  pelo  pássaro  azul,  naquela  árida 
paisagem do Sertão.


INDICAÇÃO: 

         A FUNDAÇÃO NACIONAL DO  LIVRO INFANTIL E JUVENIL SELECIONOU O 
LIVRO "SERTÃO", DE  FÁBIO  MONTEIRO, COM  ILUSTRAÇÕES   DE MAURICIO
NEGRO, PARA COMPOR O CATÁLOGO INTERNACIONAL DA FEIRA  LITERÁRIA 
DE BOLONHA 2017 / ITÁLIA - FEIRA DEDICADA AO MERCADO DA LITERATURA
PARA INFÂNCIA E JUVENTUDE.


ILUSTRAÇÃO:



ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE AS ILUSTRAÇÕES:

O artista  MAURICIO  NEGRO se renova em cada trabalho, já que sempre procura
técnicas, que reflitam melhor o clima do texto do livro.

Em SERTÃO, as ilustrações, do  premiadíssimo  ilustrador, ajudam  a caracterizar 
o espaço sertanejo, 'brincando' com  muitas  possibilidades: cores, diagramação, 
traços, sobreposições, focalização e ampliação de apenas parte de uma imagem, 
utilização de fotografia...

A  capa  de  SERTÃO,  à   primeira   vista,  já  convida  o  leitor a  ler  as  imagens
contidas  em todas  as páginas do  livro. As  imagens, sobrepostas  em camadas
e de colorido forte, chamam a atenção do leitor.

A diagramação, de algumas páginas do  livro, utiliza letras de tamanhos diversos   
e  formas variadas, criando,  assim,  movimento desafiando  convencional.


Todas  as ilustrações  do livro  têm um  grande  peso e  imprimem  soluções  que
encantam. A narrativa visual de SERTÃO merece a inteira atenção do leitor.


AUTORES:

LANÇAMENTO: O PAPAGAIO GAIATO DE MARIO BAG (EDITORA PAULINAS)


                                            SITE DA EDITORA: www.paulinas.org.br



COLEÇÃO: SABOR AMIZADE - SÉRIE COM-FABULANDO

INDICAÇÃO: a partir de 6 anos (leitor iniciante)

40 PÁGINAS 
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                      "Eu era só um menino
                       no início desta história,
                       mas o que houve nesse dia
                       ainda guardo na memória..."

O narrador do  livro O PAPAGAIO GAIATO, distanciado  no tempo, volta à sua
infância e resgata, na sua memória, uma história divertida sobre um papagaio 
muito esperto.

                      "Passeava  com Vovó 
                       pelo centro da cidade,
                       quando o céu ficou escuro,
                       anunciando tempestade.

                       Parecia que o mundo
                       iria pro beleléu,
                       quando raios e trovões 
                       pipocaram pelo céu!

                       Nós ficamos abrigados
                       na entrada de um prédio,
                       até o tempo se acalmar.
                       Era o único remédio.

                       Mas, quando a chuva parou
                       e o sol voltou a brilhar,
                       escutamos um "miau"
                       vindo de algum lugar."

O 'miado' de um gatinho, realmente, chamou  a atenção  da Vovó e de seu neto,
quando  os dois  passeavam por  uma  rua  do centro  da  cidade. Perdido, o tal
animalzinho, quando foi encontrado, foi, prontamente, acolhido por Vovó. 

O que ninguém imaginava, ao escutar  o  'miado', é que  ele não  pertencia a um  
gatinho. Quem, na  verdade, 'miava' era um  papagaio gaiato, que  tentava  criar 
condições  para   ser  adotado  por   alguém  que  pudesse  lhe   dar  uma  casa, 
carinho e, quem   sabe,  um mingauzinho  de  aveia. A  avó,  que enxergava mal,
não fez  por   menos. Deu a ele  tudo o  que  ele  precisava. Ele, então, passou a 
ser  o 'gatinho' querido da casa. Predileto foi o nome que ele recebeu.

Predileto era mesmo o 'gatinho' queridinho da Vovó. Por esta e outras, o  neto,  
enciumado,  tentou  muitas  vezes  desmascarar o  papagaio  farsante.  Só não
fez isto, porque a alegria da Vovó  era ouvir o seu gatinho  cantar. Ela, já idosa,
nem lembrava que gato não cantava e nem, tão pouco, falava.

Os anos se passaram e o neto, ao completar vinte anos, foi estudar numa  outra
cidade. Vovó ficou com  o coração partido e na  ausência  do neto, foi  Predileto
quem lhe fez companhia e lhe trouxe alegria.

Depois  de algum  tempo, o neto  retorna à casa da  avó. Situações adversas se
delineiam. O jovem enfrenta uma dura realidade e de uma forma curiosa, acaba
tendo  que  desenrolar  os fios  que  entrelaçam a  sua vida com  a  do papagaio 
Predileto. 

           
O texto, estruturado num grande poema  narrativo, construído  em  quadras, com
versos  rimados, desperta  no  leitor a  vontade de  brincar com a sonoridade das
palavras e de realizar a leitura dos versos em voz alta.


Esta  história, em  seu desfecho, mostra  que  os  momentos  difíceis exigem que
o neto e o papagaio cultivem a tolerância e encontrem uma maneira de incentivar
a boa convivência, sublinhando bem os papéis de cada um na casa. Vale muito a
pena conferir como isto aconteceu.


  

 ILUSTRAÇÕES:
CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA

As ilustrações,  deste  livro, se sucedem como  se fossem  imagens de um filme,
construindo, assim,  também, uma divertida narrativa visual.

Para  contar  a história O  PAPAGAIO GAIATO, através de  imagens, MARIO BAG  
utiliza  técnicas digitais, mostrando  um  bom domínio destas ferramentas. 

Outros atrativos do livro são:
. A colorida  capa do livro mostra  um papagaio que canta e prepara um mingau
de aveia para a sua refeição, antecipando curiosos e divertidos acontecimentos.

. As  ilustrações das páginas  internas, também,  apresentam colorido  intenso e
desenhos bem humorados. 

. As ilustrações de  MARIO BAG chamam  muito a atenção  e criam uma empatia instantânea, capturando o leitor desde a capa do livro.



AUTOR:

quinta-feira, 30 de março de 2017

VOCÊ ESTÁ CONVIDADO PARA A INAUGURAÇÃO DO ESPAÇO CULTURAL LAGO DE HISTÓRIAS (RIO DE JANEIRO)



INAUGURAÇÃO DO ESPAÇO CULTURAL LAGO DE HISTÓRIAS -
criação literária, ilustração e artes para crianças e adultos

DIA 1º DE ABRIL DE 2017, sábado, das 15h às 19h

LOCAL: rua MARECHAL CANTUÁRIA, 18 - sobrado - URCA 
Rio de Janeiro / RJ

PROGRAMAÇÃO:
15h- Coquetel 
15h30- Oficina de ilustração com THAIS LINHARES
16h45- Contação de histórias com ILANA POGREBINSCHI
18h- Sarau de poesia e música com LUÍSA BENEVIDES e ANDRÉ TAVARES
19h- Oficina 'Educação para o Encantamento' com MÁRCIO VASSALLO

ENTRADA FRANCA


LANÇAMENTO DO LIVRO: CABEÇA DE NUVEM NA LIVRARIA NOVE.SETE (SÃO PAULO)


LANÇAMENTO DO LIVRO:
CABEÇA DE NUVEM
autor: PAULO EMÍLIO DE CASTRO ANDRADE
ilustrador: MARIO VALE
editora: BENVINDA

PROGRAMAÇÃO:
Contação de história com RUBIA KONSTANTYNI

LOCAL: 
Livraria NOVE.SETE
rua FRANÇA PINTO,97 - VILA MARIANA - São Paulo / SP

DIA / HORÁRIO:
01 / ABRIL /2017  - SÁBADO - A PARTIR DAS 15 horas


OFICINA: A VERDADE NOS CONTOS DE SABEDORIA COM ROSANA MONT ALVERNE NO INSTITUTO CULTURAL ALETRIA (BELO HORIZONTE)


OFICINA: A VERDADE NOS CONTOS DE SABEDORIA
com ROSANA MONT' ALVERNE

Público-alvo: Interessados em literatura oral e na arte de contar histórias

Carga horária: 4 horas

Data: 01/04, sábado, das 9h às 13h

Ementa: A oficina foi especialmente elaborada  para conduzir  os participantes
ao encontro da “verdade” através dos contos de sabedoria e às possibilidades
de  interpretação  e  renovação do  repertório  de histórias. Histórias que, aliás, 
são chamadas de “mentiras que contam  verdades”. Mas  essas verdades são
veladas. Elas nos aparecem mascaradas e com toda  a aparência de  ilusão e 
mentira. 

“Um  conto sempre  é mentiroso. Nele se esconde  uma  semente  de  verdade.
Mentira ou verdade? É  a você que  cabe  decifrá-las!”, nos previne  o contador 
errante. Na realidade, a “mentira” dos contos é um artifício destinado a quebrar
os automatismos de nossa mente e a destruir as  barreiras  de  prejulgamentos
que nos separam da verdade. 

Se a verdade – ou o que acreditamos ser  a verdade – mente, então  pode ser
que a mentira – a mentira dos contos, ou seja, a fabulação–tenha a chance de
dizer a verdade.

Valor da inscrição: R$ 180,00 (cento e oitenta reais). 
Obs.: apostila incluída no preço.

Professora: 
Rosana Mont’Alverne é Bacharela em Direito e Mestre em Educação pela UFMG; 
Especialista em Arte-Educação: da Palavra Oral à Escrita pela PUC MG; autora e
editora de  Literatura Infantil e Juvenil. É  Contadora  de Histórias  desde 1995, já
tendo participado de inúmeros festivais nacionais e  internacionais de  narradores
orais. 

É Fundadora do Instituto Cultural Aletria e Professora  do Curso: A  Arte de Contar 
Histórias. Rosana é Presidente da Câmara Mineira do Livro (CML); Coordenadora
Geral do Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas de Minas Gerais
(PELLLB MG), representando a sociedade civil e Titular do  Conselho Estadual de
Política Cultural de Minas Gerais (CONSEC).