sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

OFICINA RIMAS SABOROSAS COM CÉSAR OBEID NA BIBLIOTECA DO PARQUE VILLA-LOBOS (SÃO PAULO)


Seu filho faz careta para os vegetais?! 

A OFICINA RIMAS SABOROSAS mostra  como incluir mais vegetais na alimentação
do  seu filho  de  forma dinâmica, divertida e poética, construindo  versos durante a elaboração das receitas. Os pratos são simples, nutritivos e muito bem temperados.

Para crianças a partir de 7 anos, acompanhadas de seus responsáveis.

CÉSAR OBEID é escritor, educador, ator, contador de histórias, cozinheiro e poeta.

As vagas serão preenchidas por ordem de chegada.

Evento Gratuito
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    CÉSAR OBEID é autor do livro RIMAS SABOROSAS

O livro mostra, por meio de versos da  literatura de cordel, como  pode ser divertido
gostoso se alimentar bem.

Traz curiosidades sobre os vegetais, informações nutricionais e receitas bem fáceis 
de fazer!







OS VERSOS E AS RIMAS SABOROSAS:



ILUSTRAÇÃO: 



OS AUTORES:

sábado, 17 de dezembro de 2016

NO NATAL, DÊ LIVROS DE PRESENTE!

- PARA O PRÉ-LEITOR

O CACHORRO PERDIDO


O cachorro está aflito: ele se perdeu de seu dono! Ajude-o a  encontrá-lo no

meio da multidão. Ele usa sapatos pretos, grandes e com cadarços e meias


vermelhas com bolinhas brancas…


Por meio de sutis pistas, a história indica aos pequenos leitores a identidade


e a aparência do dono desaparecido.


SETE CACHORROS AMARELOS

A  mãe de Teodoro  cria galinhas,  mas ele não vê nenhuma graça nelas. O

menino está tão encantado com os sete cachorros amarelos da sua vizinha


que não consegue perceber como as galinhas são especiais. Inconformado,


ele tenta surrupiar um dos mascotes da vizinha. E agora, será  que Teodoro


vai aprender a apreciar o que tem?


COMO SER UM BOM CACHORRO

Ringo é um  simpático – porém  atrapalhado – cachorro, que  tenta  ser um bom

animal de estimação. Mas, às  vezes, isso  pode  ser  muito difícil, não? Quando


Ringo fica muito levado, dona Curió o manda direto para sua casinha  no quintal.


Sempre que isso acontece, sua amiga Gata fica muito solitária. Ela então decide


ajudar Ringo e acaba o treinando com auxílio de um livro de boas maneiras para


cães. Comandos como dar a patinha, pegar algo no  ar, sentar, deitar e rolar são


repetidos  à  exaustão. Mas  será que  o treinamento  foi  suficiente? Dona Curió


ficará feliz com o resultado? Leia e descubra!



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- PARA O LEITOR INICIANTE


SETE PATINHOS NA LAGOA

Esta é a história de 7 patinhos  e de um  terrível jacaré. Ou seriam  6 patinhos? O

fato é que a lagoa nunca mais foi a mesma depois que aqueles patinhos se viram


frente a frente com o Barnabé. Mergulhe nesta  aventura poética e descubra tudo


o que pode acontecer quando algumas inocentes aves resolvem nadar nas águas


em que vive Barnabé, o terrível jacaré.



PRÊMIOS /  SELEÇÕES:

Finalista Prêmio Jabuti 2014 - Infantil 

- White Ravens 2014 / International Youth Library, Munique – Alemanha 

- Prêmio FNLIJ 2014 (Produção 2013) - Categoria Criança

 - Altamente Recomendável  FNLIJ 2014 - Fundação Nacional do Livro
 Infantil e Juvenil 

- Catálogo Bolonha FNLIJ 2014 - Fundação Nacional do Livro Infantil e
 Juvenil - Brasil 

 - Os 30 melhores livros infantis  do ano  2013 - Revista Crescer 

Itaú Criança 2013 - Fundação Itaú Social 

- PNBE 2014  /  Programa Nacional Biblioteca da Escola 

- SME BH 2014 - Secretaria Municipal de Educação

CÁSSIO E O MONSTRO DA NOITE
Cássio acorda no meio da noite ouvindo um ruído estranho. GRRRRRRR, GRRRR...
Animado e corajoso, corre para pegar o monstro. Como será o Monstro da Noite que 
aparece quando Cássio quer dormir?
Você acha que Cássio conseguirá pegar o monstro? Será que o monstro existe?
PRÊMIOS / SELEÇÕES:

- SME BH 2008 - Secretaria Municipal da Educação

A HISTÓRIA DOS LOBOS DE TODAS AS CORES
“Eu sou o lobo mau, lobo mau, lobo mau. Eu pego as criancinhas pra fazer 

mingau.” Você conhece esta música não é? Fala do lobo mau,  que vive na


história de Chapeuzinho Vermelho. 


Mas será que os lobos de todas as histórias são iguais?


Você precisa conhecer os lobos azul, vermelho, amarelo, verde, roxo, verde


água, rosa, marrom, cinza, laranja, branco e preto. Eles são muito diferentes.



PRÊMIOS / SELEÇÕES:

- SME BH 2009 - Secretaria Municipal da Educação 

- PNBE 2009 - Programa Nacional Biblioteca da Escola
- Circuito Campeão - Instituto Ayton Senna 2013
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- PARA O LEITOR EM PROCESSO

HORTÊNCIA DAS TRANÇAS

Narrada em versos, a história  seduz o leitor pela  singeleza e determinação da

personagem Hortência. Com sua mala carregada de livros, ela viaja por lugares


distantes e perdidos no tempo, mostrando o fascínio exercido pela literatura.Em


cada lugar  aonde chega,  ela chama  os ouvintes para  conhecerem  a palavra 


fantástica de Guimarães Rosa, Cervantes, Lobato e de muitos outros escritores.



A MENINA QUE CONTAVA

No livro A menina que contava, a personagem Alga enxergava números nas coisas. 

Ela  gostava  dos  números e os números gostavam  dela.  Desde  o velho  casaco,


presente de  sua mãe, com  inúmeros  botões  até as estrelas mortas e seus anos -


luz, Alga  contava  tudo...Inventava  histórias sobre  descobridores só para calcular 


os  dias da viagem e era  somas  e multiplicações  das 24  horas  pelos 60  minutos


vezes 7 dias   para  se chegar  ao  fim do mundo...Alga sabia calcular  sem  usar os


dedos...perdia  nas competições  de classe  só  para calcular  de novo  e manter os


amigos... Alga vivia contando e recontando o que via pela frente.  Que tal conhecer


a história de Alga?


PASSARIM DE BARROS

Nesta obra, Marília Pirillo procura fazer uma poesia em homenagem a Manoel de

Barros para contar um pouco sobre a história, especialmente sobre a infância dele.


PRÊMIO:

- Menção honrosa no Prêmio João de Barro, de Belo Horizonte - 2011

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- PARA O LEITOR FLUENTE 

BREVE HISTÓRIA DE UM PEQUENO AMOR

Uma escritora encontra um ninho com dois filhotes de pombo. Por meio de uma 

prosa  poética, o leitor compartilha as hesitações e os sucessos de uma história


de crescimento e desenvolvimento. Como o  próprio nome  da  obra  diz, esta é 


uma  história  de  amor,  mas  também  de  ciúme,  aflição,  paciência,  saudade,


preocupação, orgulho...


PRÊMIOS:


- FNLIJ 2014 - Altamente Recomendável - Categoria Criança 

- FNLIJ 2014 - Prêmio Criança Hors-Concours

  
- Jabuti 2014 - Livro Infantil e Livro do Ano de Ficção

- Brasília de Literatura  2014 - Categoria Infantil - 5º lugar


O MENINO MARROM


Esta é a história de um menino marrom, mas fala também de um menino cor-de-rosa.


São 2 perguntadores inveterados que querem descobrir juntos os mistérios das cores.


“Quem inventou que o contrário de preto é branco?”.“Se um de nós é marrom e outro


não é exatamente branco, por que  nos chamam de preto e  branco?”. São muitas as 


perguntas, e muitas serão as descobertas.



O BARCO DOS SONHOS

O barco dos sonhos é uma  encantadora narrativa  em que a  realidade  e o  sonho se 

misturam. As belíssimas imagens que compõem esse livro retratam a magia que pode


surgir  de  uma  folha  em  branco, das  mãos de  um velho ou das  de um  menino, da 


misteriosa correspondência entre os dois.


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- PARA O LEITOR CRÍTICO

UM CONTO POR UM GUARANÁ

O livro apresenta  sete contos sobre  temas inusitados e  divertidos: um  radiador


furado, uma  girafa que mora em  frente a  uma  livraria, um cavalo  que  só toma


guaraná,  uma  baleia que se  comunica  por  enigmas,  um príncipe  com pulgas,


um elefante mestre em xadrez, um cachorro que se chama Gato...

As histórias são independentes, mas contêm sempre algum elemento em comum,


e juntas contam outra  história a ser descoberta. O autor  se inspirou  em histórias


contadas por um  velhinho português que morava  em seu bairro, quando  criança.


Ele as guardou na memória e agora vem narrá-las aos leitores.

PRÊMIO: 

- Finalista do Prêmio Jabuti 2016 - categoria juvenil


ILUMINURAS

Clara e  Martim estudam  no mesmo  colégio, mas não  se conhecem  – ainda. Ele

adora  desenho e  pintura, ela  é  fascinada  por  livros  de  ficção  científica. O que


podem esses  dois adolescentes  do século XXI ter em comum  com frei  Brás, que


viveu num  mosteiro beneditino do século  XVIII, e  Akin, um ex-escravo  que tentou


sobreviver refugiando-se em um quilombo?


A  ligação entre  eles será  revelada  através  de  dez iluminuras  encontradas numa


escavação  arqueológica. A  partir  delas, passado  e presente  se complementam e


contam a história de uma instigante viagem no tempo.


Os  personagens  se  envolverão numa incrível aventura e que, certamente, mudará


seus conceitos sobre o tempo e o espaço.


PRÊMIO:


- 3º lugar - Prêmio Jabuti 2016 - categoria juvenil


DANI DAS NUVENS

Dani pega emprestado da  amiga alguns livros, cujas  aventuras  acaba  vivendo. Por

meio da  amiga, também  relaciona os problemas sociais  à própria  realidade. A obra


ainda aborda o Transtorno do Déficit de Atenção (TDA), questão que tem preocupado 


estudantes, famílias e educadores.


PRÊMIO: 

- Finalista do Prêmio Jabuti 2016 - categoria juvenil

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 - PARA O LEITOR CRÍTICO

AS MEMÓRIAS DE EUGÊNIA

A protagonista e narradora  desta história  relaciona-se  com  o mundo e as pessoas

de uma forma bem  particular: Eugênia  é uma  árvore que presencia o surgimento e


o crescimento da cidade onde vive e  sofre as consequências do  progresso. Escrito


com apuro de linguagem e um toque de  poesia, este livro de Marcos Bagno, grande


autor da  nossa literatura, convida  o leitor a  revolver  as memórias  de Eugênia, que


guardam surpreendentes segredos.



NA TEIA DO MORCEGO

A história se passa na região central da cidade  de São  Paulo e  tem  como um dos 

protagonistas o  Batman. Será  esse  Batman o mesmo  dos  quadrinhos,  fugido de


Gotham City, ou somente  um louco fissurado no  personagem? O  ponto de partida


do mistério  por trás de  Na Teia do Morcego é a morte da  jovem  Abigail Aparecida

Chaud, e   seu  envolvimento  com  o  herói,  conhecido  pela  alcunha  de  Cidadão


Tristeza. Essa  figura  pula  pelos  telhados  dos  prédios, assusta  gatos, dirige  um 


Maverick e tem  uma capa  brilhante. De vez  em  quando, chora  grossas  lágrimas 


pretas iguais a nanquim e deixa  copos borrados  de batom. O Cavaleiro da Justiça,


como se autodenomina, é um personagem peculiar – e vira alvo fácil de ataque dos


moradores da região. Sem saber quem é o verdadeiro assassino e tendo  suspeitos

em  todos que  conheciam a moça  assassinada, o autor convida o  público  a tentar 


desvendar esse mistério.


PRÊMIOS / SELEÇÕES:  

Finalista Prêmio Jabuti 2013 - Projeto Gráfico  


- Altamente  Recomendável FNLIJ 2013 - Fundação Nacional do Livro Infantil e

  Juvenil 


- Catálogo Feira de Bolonha FNLIJ 2013 - Fundação Nacional do Livro Infantil e
  Juvenil
- Brasil /  HOW Your Best Work 2012

O LABATRUZ E OUTRAS DESVENTURAS

Se a intenção  ao ler  O  labatruz   e  outras  desventuras  é  a  de  apreciar  fábulas

que  tenham  o que  chamamos comumente  de “finais  felizes”, esqueça. Este  livro

contém uma trilogia de contos que falam de temas tão indigestos quanto frequentes


na existência humana: solidão, frustração e morte


Os  personagens são  exaustivamente  testados em  seus específicos infortúnios. É


neste  exato ponto  que as histórias  tocam o  real e  provocam  identificação, afinal, 


não é sempre que aparecem fadas com suas varinhas mágicas para nos valer. 


PRÊMIO:


- 1º lugar Prêmio Jabuti 2016 - categoria Juvenil

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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

TEXTO TEATRAL PARA O PÚBLICO INFANTOJUVENIL: NAVIO NEGREIRO NO MAR DO BRANCO DO OLHO DE CLOVIS LEVI E VANESSA ROSA (EDITORA VIAJANTE DO TEMPO)

               FACEBOK DA EDITORA: www.facebook.com/editoraviajantedotempo


INDICAÇÃO: público infantojuvenil


64 PÁGINAS

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A história  NAVIO NEGREIRO NO MAR DO BRANCO DO OLHO de  CLOVIS LEVI
é contada em forma de texto teatral, para ser encenado em um ato.


CLOVIS  LEVI,   no  início  do  livro,  já  surpreende  de  forma  comovente 
seus leitores,  com a seguinte dedicatória:

     "Para os milhões de crianças em todo o mundo onde  a  liberdade,
      temporariamente, morreu. Por que  temporariamente? Porque há,
      apesar de tudo provar o  contrário,  a  permanente  esperança  de
      que a vida dos miseráveis e dos aprisionados  (injustamente) um
      dia vai mesmo melhorar."


Este  texto  teatral convida  o leitor para  uma  viagem cheia de mistérios  a bordo
de uma  caravela   fantasma.  As  cenas  ocorrem,  ora  no  convés, ora  no  porão 
da   embarcação.  A  caravela,  que  partiu  do  Tejo,  em  Portugal,  na  época  dos 
descobrimentos, durante  séculos e  séculos, navegou  ao  sabor  dos ventos  por
lugares distantes, como no Mar do Branco do Olho. Os  personagens,  que  fazem 
parte  da  tripulação  e  que  vivenciam  os  acontecimentos  ocorridos  durante   a
viagem, são  fantasmas  e  crianças  escravas.  Entre   os  fantasmas,  o  destaque 
é   a  personagem Arco-Íris, que disposta a ajudar  as  crianças escravas, enfrenta
bravamente o  doutor  Barão,  comandante  da caravela  e  seu  agressivo  capataz.  
Eles, de modo cruel, fazem   as  crianças   trabalharem  até  não  aguentarem mais.
Por  causa   do  trabalho  exaustivo,  elas  não  resistem  e   acabam  morrendo  de
fome  e  cansaço.   Já  os  personagens  que   são  resgatados  do  mar  durante  a viagem ajudam, também,  a mudar a rotina do navio. Em  meio a  tantas maldades,
será  possível   pensar  que  um  dia  a  vida  daquelas  crianças  escravas  poderá
mesmo mudar para melhor?

Mais do que uma história fantástica, NAVIO NEGREIRO NO MAR DO BRANCO DO
OLHO é uma história sobre as mazelas da alma humana. 

Vale conferir, para refletir.

LEIA UM TRECHO :
  
       Talita - (Tensa / Elétrica) Quantos são agora?

       Arco-Íris - Com mais este que morreu, agora ficaram oito.

       Eram dezenove crianças escravas nesta caravela.

       Risadas aparecem e somem. A ópera recomeça e para.

       Talita - (Faz a conta. Espanto) Já morreram onze?

        Arco-Íris - Tudo de fome, cansaço, fraqueza. (Revolta contida)
       As crianças são obrigadas a trabalhar doze horas por dia! Essas
       crianças escravas que estão na caravela agora acabaram de chegar
       da África, lá de Angola. Por isso, falam português. Nem se acostumaram
       ainda à escravidão e já estão morrendo.


       Talita - (Chocada) Doze horas?! (acelerada) - Mas, então, vão acabar
       morrendo todas elas, todos os escravos.

       Talita - (Agitada) Como é seu nome?

       Arco-Íris - Arco-Íris.

      Talita - Que nome engraçado!

      Arco-Íris - E o seu?


      Talita - Talita. (Nervosa) Quer me explicar, Arco-Íris, pelo amor de Deus,
      o que acontece aqui, nesta caravela? Não estou entendendo nada. O
      que fizeram com a minha cachorrinha Xinxa? Cadê ela? (Insiste) O que
      acontece nesta caravela?

      Arco-Íris - É simples. Está é uma caravela fantasma.

      Talita - (Terror) Fantasma?!

      Arco-Íris - Aquele que passou cantando é o famoso Fantasma da Ópera.

     Talita - (Morre de medo) Era...era...era fantasma...?!

     Arco-Íris - A gente vai a tudo quanto é lugar. Às vezes, navegamos no
     Oceano Atlântico, no Índico. Agora, estamos no Mar do Branco do Olho.
     Daqui a pouco, Atlântida, ou então...

      Talita - (Confusa) No Branco do olho?


O livro  de  CLOVIS LEVI parece  ter sido  escrito para  surpreender o  leitor e, de
fato, surpreende.

As cenas de  NAVIO  NEGREIRO  NO  MAR DO BRANCO  DO OLHO permitem que
leitor reflita a respeito  da  desumanidade  e,  também, a  respeito da  opressão e da exploração  de   crianças  escravas.  Ao  mesmo  tempo,  indica  que  o  ser humano
tem o  direito de realizar  suas escolhas,  direito  à  alimentação  e à liberdade.  Num
intenso jogo  de  sentimentos  e  emoções, a  história  do livro  se  desenvolve  para
mostrar como era a luta para romper os grilhões da morte e como era sofrida a vida
da  tripulação daquela  caravela, que navegava na contramão da esperança.

ILUSTRAÇÕES:

 


As  ilustrações da  artista  VANESSA  ROSA  chamam  a atenção do leitor desde a
capa do livro e enriquecem visualmente o texto de CLOVIS  LEVI.  

Num traço que  é só seu, a artista,  ao fazer  a  caracterização  dos  personagens,
amplia o imaginário do leitor.

A narrativa visual, carregada de dramaticidade, ratifica  o clima  tenso da história.

Numa profusão  de traços  e  linhas,  num  jogo de  claro e  escuro, as ilustrações
exploram o  preto, o  branco e o  azul, como  contraste -  poucas  cores e  muitos
detalhes.

A 'leitura' das  ilustrações  deste  livro leva  o  leitor  a  viajar na imaginação para
além do que é contado no texto de CLOVIS LEVI. 




Ao ler NAVIO NEGREIRO NO MAR  DO BRANCO DO OLHO, o  leitor irá descobrir espaços livres para muitas reflexões.




OS AUTORES:
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